Paolo, numa das vezes em que estive em SSA (para ver o Pavarotti, naquele concerto do Brasil 500 anos), eu estava numa farmácia quando ouvi alguém assobiando, me chamando lá na porta, sentado no degrau da loja. Eu fiquei na minha fingindo que não era comigo. O sujeito insistiu de lá mesmo sentado, até que resolvi olhar. Pois o cidadão naquele estado quase que letárgico (um negão grandão, sem nenhuma deficiência física ou incapacidade de locomoção) disse " Meu rei, me dê uma moedinha" (leia no sotaque da região).
Moral da história, absolutamente verdadeira, lá eles nem se levantam para pedir esmolas. Se eu quisesse dar, teria que ter ido até o sujeito para ofertar a prebenda.
No Mercado Modelo, eu mal consegui entrar. Dei meia volta e entrei no carro chateado com o assédio de todo o tipo.